| Gláucio |
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| Escrito por Giovani de Oliveira | |||
| Sex, 10 de Agosto de 2007 14:00 | |||
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Tuas balas tinham gosto de hortelã. Toda manhã de domingo quando voltavas da residência do coronel Giovani, tu tocavas a campainha lá de casa. Eu já sabendo quem era ia abrir a porta e tu com tua bicicleta, inseparável companheira, te escondias e ficavas: - Giovani, Giovani. Eu ria, tu entravas, tomavas um simples café e começavas a perguntar ao Léo e ao Igor as costumeiras adivinhações. Era como se fossem três crianças a brincar. Depois tu saias e eu sentia que os meninos queriam mais. Tu eras assim mesmo Mericó, onde passavas, deixavas saudades. O meu mundo ficou menor, entretanto quem teve o prazer de te conhecer, passou a admirar-te, pela tua simplicidade, humildade, humor, extrema pureza e bondade. Com certeza DEUS receberá um filho amado por todos, uma eterna criança. Com profundo pesar! Giovani de Oliveira
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