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Por Vanessa
| Criseuda Mendonça Bandeira, Primoroso exemplo de mulher cidadã |
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| Escrito por Maria Amália Maia Lima Verde | |||
| Sex, 06 de Outubro de 2006 21:00 | |||
Falar de Criseuda é fácil. Mulher na verdadeira expressão da palavra. Boa filha, boa esposa, boa mãe, boa sogra, uma avó amorosa, exemplar amiga. Quando criança mostrou-se meiga e comportada. Na adolescência mostrou sua postura de retidão de caráter, estudiosa, trabalhadeira, portadora de uma conduta totalmente irrepreensível. Caridosa por natureza, cuidou com muito carinho e esmero de pai, do marido, da mãe e do tio Joaquim, expressando em todos os atos satisfação e uma calma que lhe foi sempre peculiar. Foi uma mártir, sofreu resignadamente, sem lamentações, até DEUS levá-la para junto de si. Não vamos pedir por ela e sim pedir a ela que, junto a DEUS PAI, rogue pelos seus familiares e por todos nós que aqui ficamos. CRISEUDA deixou para seus filhos e netos o maior de todos os legados: sua vida de mulher corajosa, séria, alma pura, exemplar serva do criador. Pessoa humanamente justa, dotada de um coração bondoso, de humildade a toda prova, além de uma sinceridade acima do comum. Criseuda era a expressão rediviva da verdade religiosa, caracterizada pelos seus beneméritos atos e fortalecida pela sua segura devoção em Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.Nestes instantes de saudosas recordações e saudades, as famílias MENDONÇA, BEZERRA e BANDEIRA, que se encontram reunidas num autêntico gesto de solidariedade humana, rogamos ao supremo Pai para, com suas bênçãos, amenizar o sofrimento de todos os familiares e participantes desta Santa Celebração, na esperança de que CRISEUDA, hoje na MANSÃO DOS JUSTOS, passe a ser nossa mensageira nas Alturas dos Jardins Celestiais! De sua prima e fiel admiradora, Maria Amália Maia Lima Verde.
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Falar de Criseuda é fácil. Mulher na verdadeira expressão da palavra. Boa filha, boa esposa, boa mãe, boa sogra, uma avó amorosa, exemplar amiga. Quando criança mostrou-se meiga e comportada. Na adolescência mostrou sua postura de retidão de caráter, estudiosa, trabalhadeira, portadora de uma conduta totalmente irrepreensível. Caridosa por natureza, cuidou com muito carinho e esmero de pai, do marido, da mãe e do tio Joaquim, expressando em todos os atos satisfação e uma calma que lhe foi sempre peculiar. Foi uma mártir, sofreu resignadamente, sem lamentações, até DEUS levá-la para junto de si. Não vamos pedir por ela e sim pedir a ela que, junto a DEUS PAI, rogue pelos seus familiares e por todos nós que aqui ficamos. CRISEUDA deixou para seus filhos e netos o maior de todos os legados: sua vida de mulher corajosa, séria, alma pura, exemplar serva do criador. Pessoa humanamente justa, dotada de um coração bondoso, de humildade a toda prova, além de uma sinceridade acima do comum. Criseuda era a expressão rediviva da verdade religiosa, caracterizada pelos seus beneméritos atos e fortalecida pela sua segura devoção em Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

