A crise e as divergências políticas nas relações sociais

16/09/2023

Por Magnus Braga (Estudante)

No início do ano de 2023, ocorreram manifestações contestando a legitimidade das eleições para presidente. Nesse contexto, o fato indica uma crise política no país, a qual necessita ser solucionada, mas encontra problemas populacionais como a ofensividade e a liquidez de laços sociais.

Diante do fato, não é exclusivo da política, porém a tendência violenta da sociedade está exposta, a exemplo, das brigas entre torcedores fanáticos. Desse modo, uma forma fundamental de contornar as divergências é promover o contato entre as ideologias opostas já que as pessoas mantêm seus pensamentos presos em bolhas sociais. Nesse sentido, a homogeneidade leva à intolerância contra qualquer oposição, neste caso na política.

Por outro lado, Aristóteles define o homem como animal político, isto é, um ser que por natureza cria estruturas sociais para o coletivo. Entretanto, o Brasil encontra-se bastante segregado. Em razão disso, as conjunturas sociais estão abaladas. Dessa forma, não é incomum encontrar familiares ou amigos divergindo por diferenças de ideais. Este acontecimento demonstra um contraste tanto com o fenômeno da globalização, quanto com a fluidez dos relacionamentos modernos. Sabendo disso, é de suma importância uma resolução que difunda uma conexão ampla e respeitosa.

Logo, cabe à Mídia, que exerce papel de instruir o pensamento popular, a ação de disseminar visões políticas de aceitação das diferenças por meio da criação anúncios publicitários a fim de interromper a crise nacional. Em paralelo, cabe ao Estado, como garantidor da ordem, propagar o respeito por meio de campanhas com a finalidade de reduzir brigas imaturas e, consequentemente, a violência estrutural da sociedade.

*Texto produzido na Oficina de Redação do Professor José Roberto Duarte

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