“A gente gosta de negociar, vender uma coisa aqui, outra ali, trocar um rádio, um relógio, um animal, vender nossas mercadorias de porta em porta por esse mundo afora, mas estamos sem nossa renda. A pandemia proibiu a gente de trabalhar”, esse é um dos relatos do cigano Paulo Alves das Chagas, 62, morador da comunidade rural Vila Escuro, distante cerca de 10km da sede de Acopiara. Na localidade há pelo menos outras 11 famílias ciganas e 09 que moram no São Paulino, distrito próximo, que vivem situação parecida. Além de 14 famílias, do distrito de São Pedro do Norte, em Jucás. Todos da etnia Calon, acostumados a trabalhar na roça e viver da comercialização de mercadorias.









