A Ação Civil Pública foi ajuizada pela promotora Helga Barreto, em 17 de dezembro de 2019, só agora foi divulgada. No documento, a representante do Ministério Público pede a destituição dos dois conselheiros dos cargos por abuso do poder econômico, político e religioso, praticado no ato da eleição realizada em 07 de outubro de 2019 e durante a campanha eleitoral









