
A Prefeitura de Iguatu reinaugurou, nesta quinta-feira, 26, a Cozinha Comunitária do município. Com a estrutura modernizada, a unidade voltou a funcionar com capacidade de fornecer 170 refeições completas por dia. Todo o custeio da operação está sendo feito com recursos próprios da gestão municipal.
O serviço é voltado, prioritariamente, para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Famílias de baixa renda e pessoas em situação de rua compõem o principal público atendido pela cozinha. A unidade também é frequentada por trabalhadores informais, servidores públicos e profissionais que atuam na região.
Segundo dados da Secretaria de Assistência Social, cerca de 200 famílias foram cadastradas por equipes do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). De acordo com a gestão, uma parte dessas famílias frequenta o local diariamente. Ainda assim, a maioria dos usuários atuais não está cadastrada no programa. “Nosso objetivo é garantir o acesso à alimentação digna para quem mais precisa”, afirmou o prefeito Roberto Costa Filho. “Essa é uma ação que reforça nosso compromisso com as políticas públicas de assistência e com o fortalecimento do SUAS”, afirmou.
A Cozinha Comunitária conta com o trabalho de mais de dez profissionais, entre cozinheiras, auxiliares, nutricionistas e um tecnólogo em alimentos. As refeições são elaboradas com base em critérios nutricionais, para garantir equilíbrio alimentar aos beneficiários.

O prefeito também comentou sobre a utilização exclusiva de recursos municipais no custeio da unidade. “Estamos investindo recursos próprios porque entendemos que combater a insegurança alimentar é uma prioridade. Esta é uma política pública que gera impacto direto na vida das pessoas”, afirmou.
Entre os frequentadores está Josefa Cardoso, catadora de materiais recicláveis e moradora do bairro Areias. Ela contou que almoça no local todos os dias desde o fim de 2023. “A comida é boa e venho sempre”, disse.
A Cozinha Comunitária atende diariamente pessoas de diferentes perfis profissionais, como carroceiros, lavadeiras, diaristas, vendedores ambulantes e servidores públicos que trabalham em escolas, unidades de saúde e outras instituições próximas.




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