Empatia na sociedade contemporânea

26/09/2025

Infelizmente, ainda é possível percebermos uma ferida social muito antiga e que ainda sangra: o racismo. No romance da cearense Socorro Accioli, Vende-se uma família, esse drama é evidente. Seria muito bom se esse contexto estivesse apenas presente na história, mas, lamentavelmente, faz parte do nosso cotidiano.

Esse tema atualmente é bem discutido, pois, enquanto muitos lutam contra esse problema no nosso dia a dia, outros acham que por não ser da mesma cor de pele, ou por acreditarem que a cor é feia ou inferior, acabam se achando no direito de excluir ou descartar esse tipo de vida doce e amorosa. Antigamente, a sociedade agia de forma natural e livre com preconceito, e hoje, ainda quer escravizar e acabar com esse povo tão importante e necessário na nossa vida e na nossa história.

Com esse tipo de comportamento no passado e seus resquícios na atualidade, casos de racismo só aumentam, principalmente nos países como Argentina e Espanha, devido as suas convivências e conscientizações insuficientes sobre o racismo. Pois, é perceptível a seguinte problemática: enquanto o mundo evolui na tecnologia, cai na questão social.

Hoje em dia, essa situação até melhorou, se comparada a de outros períodos da nossa história. Isso aconteceu devido a existência de leis, regras e proibições, juntamente com prisões e multas, para casos de preconceito e discriminações. Mas mesmo assim, todos sabemos que isso nem é, nem será suficiente para deter casos de racismo. A esperança é saber que muitas pessoas em nossa sociedade pensam e agem diferente, são contrárias ao racismo e a outras formas de preconceito.

Então, sendo sucinto, o racismo causa hoje, dores psicológicas e ainda físicas, podendo propiciar suicídios e outras mortes dolorosas. É importante também salientar que fazer distinção entre as pessoas por causa da cor de pele, é algo infantil e imoral.

Hoje em dia, até mesmo atletas famosos sofrem racismo. Eles, com histórias de superação, ainda passam por situações humilhantes, como no caso de jogadores de futebol que recebem ofensas e ameaças, inclusive de morte, simplesmente pela cor da pele.

Portanto, é importante que possamos aprender a combater o racismo com palestras, educação, leis mais rígidas e, principalmente, mudança de pensamento. Somente assim teremos uma sociedade mais unida, respeitosa e livre dessa ferida no seio do nosso país.

Biografia

Meu nome é Paulo Áquila Cardoso de Lima. Sou filho de Antônio Silva de Lima e Antônia Cardoso de Oliveira. Nasci dia 27 de novembro do ano de 2013 em Iguatu, Ceará.  Gosto muito de praticar esportes, principalmente futebol, gosto de comer Strogonoff e estudo na Escola Modelo de Iguatu.

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