Entrevista: Roberto Magrello – Gestão da Governança do Ecossistema Local de Inovação

27/04/2024

Roberto Magrelo, coordena voluntariamente a Gestão da Governança, no Plano de Ação do Sebrae, lançado com o objetivo de identificar os potenciais econômicos do Ceará e no Centro-Sul, visando a propulsionar o desenvolvimento socioeconômico, a partir de um Ecossistema Local de Inovação. Sobre o passo a passo das ações e o que poderá acontecer a partir daqui ele conta na entrevista desta edição do A Praça

A Praça – Quem são os integrantes da Gestão da Governança e qual o papel de cada membro neste projeto?

Roberto – Antônio Milton, Rita Clares, Tatiane Betat, Yara Araújo, José Roberto Duarte, Jose Roberto Oliveira (Magrello), Dâmaris Correia.

 

A Praça – O Plano de Ação lançado identificou todos os atores do Ecossistema Local de Inovação? Quem são os principais já identificados e envolvidos na proposta do desenvolvimento?

Roberto – Educação, agricultura, comercio e serviço e saúde.

 

A Praça – De acordo com o mapeamento que foi feito, é possível já identificar quais são as potencialidades do Centro-Sul e os setores econômicos com maior força de inovação?

Roberto – A agricultura e educação são pontos fortes em nossa região, por já ter um desenvolvimento expressivo e com isso tendo as primeiras ações de mobilização para identificação e entendimento das necessidades para que possamos gerar inovações dentro destes setores e daí desencadear os demais.

 

A Praça – Qual será o papel de cada um dos atores do ‘Ecossistema Local de Inovação’, que estão interagindo visando o fortalecimento dos segmentos econômicos de Iguatu e da região?

Roberto – O papel principal é integrar os quatro eixos e fazer com que eles tenham comunicação direta para agilizar soluções criativas e inovadoras em um curto período de tempo. A educação sendo o núcleo para fomentar as soluções para os demais eixos, a agricultura com a produção da fruticultura, hortaliças, pecuária e bovinocultura. A saúde como um eixo de melhoramento alimentar da região, e o comércio como retroalimentado com os produtos e serviços desencadeados pelos demais eixo. Assim tornando uma economia mais sustentável e fortalecendo.

 

A Praça – O encontro que aconteceu semana passada contou com mais de 50 eventuais atores voluntários que desejam contribuir com o desenvolvimento do ecossistema. Já deu para conhecer o Plano de Ação proposto pelo Sebrae?

Roberto – A ideia é beneficiar e desenvolver o que temos dentro da região, fazendo com que a economia local se fortaleça e consequente mente necessite de mais mão de obra assim alimentando a empregabilidade.

 

A Praça – O que é considerado ‘Ambiente de Inovação’? Isso está inserido no Plano de Ação?

Roberto – É um espaço, ambiente que proporcione desenvolvimento criativo e inovador a partir das necessidades ali expostas.

 

A Praça – Quais serão os próximos passos?

Roberto – Reuniões setoriais de cada eixo para levantamento das necessidades e problemas enfrentados pelos mesmos.

 

A Praça – Esse grupo de 50 atores envolvidos no projeto tende a ser ampliado?

Roberto – Sim, é uma iniciativa que mais pessoas posam se juntar e sem distinção de conhecimentos, possam somar e ajudar a desenvolver inovações em nossa região.

 

A Praça – Qual a estratégia adotada para que os agentes envolvidos estejam sempre interagindo e conectados, evitando a descontinuidade e o esvaziamento dos encontros?

Roberto – Reuniões mensais, onde são expostos quentões pertinentes e mediante decisões e aconselhamentos o direcionamento em ações para os encontros seguintes.

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