A Câmara Municipal de Iguatu (CMI) se reuniu, na última terça-feira, 16, para a realização da última sessão ordinária do ano. Apesar da expectativa de pauta extensa e da realização de três sessões extraordinárias, os trabalhos não avançaram como previsto.
Segundo informações do Legislativo, não houve consenso entre os parlamentares para a apreciação de projetos do poder executivo. Entre as mensagens estava a criação do Programa Municipal de Estágio, e o projeto que trata da transação tributária no âmbito municipal, autorizando a redução ou remissão de créditos tributários mediante contrapartida social. As sessões extraordinárias também tinham como objetivo discutir a regulamentação da jornada de trabalho de servidores efetivos e comissionados da Câmara, além da adoção de sistema eletrônico para controle de frequência, temas que igualmente não foram deliberados.
Durante o pequeno e o grande expediente, os vereadores debateram a chegada do projeto Sinalize, que prevê a pavimentação asfáltica de vias da cidade em parceria com o Governo do Estado. Parlamentares apresentaram demandas de ruas e bairros que necessitam de intervenção.
Integrantes da oposição levantaram questionamentos sobre a necessidade de apresentação da relação de cargos comissionados, com o intuito de evitar possíveis irregularidades, além da identificação de veículos que prestam serviços ao poder público municipal.
Na ordem do dia, nenhum requerimento foi aprovado. O único projeto apreciado e aprovado autorizou o Poder Executivo a restituir o serviço de transporte público coletivo de passageiros entre a zona urbana de Iguatu e o distrito de Suassurana, por meio de indicação do vereador Edmilson Rodrigues (PT).
A sessão também foi marcada pela despedida de parlamentares que ocuparam o cargo nos últimos quatro meses como suplentes. Edmilson Rodrigues (PT), Cristiano Martins (PSB), Joás Rodrigues (PSD) e João das Barreiras (AGIR) deixam o Legislativo, com o retorno dos vereadores titulares às respectivas cadeiras.




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