IBOPE inicia nova etapa de pesquisa em Iguatu

29/08/2020

Teve início na quinta-feira (27) e deve estender até amanhã (domingo 30), em Iguatu, a quarta fase da pesquisa coordenada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) que busca entender a propagação e a velocidade da Covid-19 no Brasil. O estudo é realizado em algumas cidades do país, a título de amostragem, por uma equipe do instituto Ibope. A pesquisa é financiada pelo Ministério da Saúde.

Iguatu foi contemplado com a pesquisa desde a primeira fase, que ocorreu no mês de maio. Outras etapas ocorreram entre os meses de junho e julho. “Nas primeiras etapas foi feito um grande quantitativo de testes. Isso deve mostrar a real situação do nosso país e trazer um recorte da nossa região”, ressaltou Georgy Xavier, secretário de Saúde de Iguatu.

Nesta nova etapa da pesquisa, o levantamento será feito com aproximadamente 150 pessoas, moradores escolhidos aleatoriamente, que serão testadas (por testes rápidos) e devem responder a um questionário. O objetivo principal é estimar a proporção de casos de infecção pelo coronavírus na cidade, incluindo pessoas assintomáticas, e conhecer a velocidade da propagação da doença. Com isso, será possível a elaboração de estratégias de saúde pública para o enfrentamento da Covid-19.

De acordo com um protocolo estabelecido, em caso de resultado positivo, os testados recebem um informativo com orientações e, logo em seguida, serão contatados pela Secretaria de Saúde de Iguatu.

Os testes aplicados são os rápidos onde se coleta uma gota de sangue – Foto Arquivo A Praça

O teste, de fácil aplicação, utiliza uma amostra de sangue (uma gota) da ponta do dedo do participante, que é analisada num aparelho em poucos minutos. Enquanto o resultado é processado, os entrevistadores aplicam um breve questionário sobre informações sociodemográficas básicas, sintomas da Covid-19 nas últimas semanas, busca por assistência médica e rotina da família em relação às medidas de prevenção e isolamento social.

O teste detecta a presença de anticorpos, as imunoglobulinas IgM e IgG, que são defesas produzidas pelo organismo somente depois de sete a dez dias da data de contágio pelo vírus. Dentro desse período, o resultado pode apontar negativo, mesmo que a pessoa tenha contraído o coronavírus.

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