Uma vida de trabalho construída entre o carrinho de pipoca e a construção civil
Entre uma panela de pipoca, doce ou salgada, ‘João Pipoqueiro’ vai levando a vida. Não é a profissão que escolheu, mas a profissão que escolheu ele. Aquele senhor de estatura baixa, 1,60m, cor morena, barba e olhos arregalados é quem faz a alegria de crianças e adultos, quando está estourando a pipoca quentinha e cheirosa, naquele mesmo endereço da Praça da Matriz.