A recarga recorrente do açude Carlos Roberto Costa (Trussu) dá nova sobrevida ao manancial com as chuvas que banham a região, atreladas com as águas que chegam por meio do curso dos afluentes. O Trussu, hoje com o percentual hídrico de 17,18 % de sua capacidade, não sangra desde maio de 2011. Os atuais números não eram vistos desde outubro de 2016.
Com números não vistos desde 2017, a recarga recorrente do açude Carlos Roberto Costa (Trussu) vem dando nova sobrevida ao manancial com as chuvas que banham a região atrelada com as águas que chegam por meio do curso dos afluentes. O Trussu, hoje com o percentual hídrico de 13,48 % de sua capacidade, não sangra desde maio de 2011.
As chuvas que banham a cidade de Iguatu junto das recargas via afluentes já dão ao reservatório Carlos Roberto Costa (Trussu) números não vistos desde 2017. Com sucessivas recargas, abre-se a possibilidade de garantia hídrica até o próximo ano para a população da sede. Os níveis são atualizados diariamente pela Companhia de Gestão e Recursos Hídricos (COGERH-Iguatu).
Na madrugada desta terça-feira, 17, o Riacho do Trussu transbordou no trecho que compreende as comunidades dos Sítios Gameleira e Barra I e II, ambas na zona rural de Iguatu e sua cheia na área que fica abaixo da parede do açude fez com que encobrisse a passagem molhada que interliga as duas regiões.
De ontem (segunda-feira, 16) para hoje (terça-feira, 17) o nível do Açude Carlos Roberto Costa, ‘Trussu’ subiu 2m57cm. O aumento faz com que o reservatório ultrapasse a marca do seu pior percentual da história quando tinha menos de 2%.