Iguatu no Contexto Eclesiástico e Social

31/07/2021

1921 a 1925

1921 – 21 de março – É inaugurada em Iguatu a Cia. Industrial de Algodão e Óleo – CIDAO.

1921 – 11 de setembro – Nasce o Sr. Antônio Adil de Mendonça.

1922 – É fundado o Colégio Sete de Setembro, pelo Dr. Luiz Rolim de Nóbrega.

1922 – 15 de maio – Nasce o historiador Edival de Melo Távora.

1922 – 23 de maio – É inaugurada em Iguatu a firma Lundgren Tecidos S/A, Casas Pernambucanas.

1923 – 11 de janeiro – Nasce o jornalista Antônio Alcântara Nogueira.

1923 – 31 de março – Nasce o médico José Holanda Montenegro.

1923 – 20 de junho – Graças ao espírito empreendedor do Cel Virgílio Correia Lima, foi criada a Associação Comercial de Iguatu. Sendo o seu primeiro presidente Virgílio Correia Lima, e a sua diretoria assim formada: Lafayete Teixeira, Pedro Alexandre de Sousa, Pedro Gomes de Araújo, José Lúcio Cavalcante, Joaquim Luiz de Sousa, Theophilo Handam, Joaquim Ferreira de Antara, Bras Papaléo, Deoclécio Lima Verde, Osvaldo Lima Verde, Sófocles Lima Verde, Otaviano de Alencar Benevides, Antônio Apulcro Lima Verde, Odilon Pinto de Mendonça.

1923 – 05 de agosto – É fundado o Centro Espírita Dr. Dias da Cruz, sendo o seu primeiro presidente Apulcro Lima Verde.

1923 – 08 de agosto – Nasce o Professor Raimundo Felipe Sobrinho.

1923 – 07 de setembro – Iguatu conheceu energia elétrica.

1923 – 23 de outubro – Sai o primeiro número do jornal “A Semana” fazendo parte do seu corpo redatorial Hugo Victor Guimarães, Raimundo Barbosa de Paula Serra, Clodoaldo da Silva Barros, Irineu Moreno de Melo, Antônio Gonçalves de Carvalho, e a 21 de julho de 1924 o jornal é vendido a Otaviano Jaime de Alencar Araripe.

1923 – Iguatu contava com 40 lojas – 9 fábricas – 1 usina.

1924 – É instalada na rua 13 de maio uma alfaiataria de Modesto e Lima.

1924 – É inaugurada a capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no bairro do Prado.

1924 – 05 de junho – Nasce o sr. José Eurico Teixeira.

1924 – 13 de junho – É lançada a pedra fundamental do Hospital Santo Antônio dos Pobres.

1924 – 24 de junho – É criado o Gabinete de Leitura Gustavo Barroso.

1924 – 11 de julho – Surge o primeiro número do jornal “O Caixeral” compondo o seu corpo funcional Faustino Teófilo, Péricles Gomes de Araújo, Juthay Magalhães, Augusto Benevides, Clodoaldo Barros, Irineu Moreno de Melo.

1924 – 11 de outubro – É fundada a Associação dos Auxiliares do Comércio de Iguatu, estando a sua diretoria assim formada: Augusto Jaime de Alencar Benevides (presidente), Joaquim Felício Cavalcante (1º secretário), Juthay Montenegro Magalhães (2º secretário), Irineu Moreno de Melo (1º tesoureiro) Péricles Gomes de Araújo (tesoureiro adjunto).

1924 – 26 de novembro – Passa pela cidade de Iguatu D. Bento Lopez, embaixador de Sua Santidade o Papa.

1925 – De autoria de Hugo Victor é lançado o livro “O município e a cidade de Iguatu”.

1925 – 29 de julho – Inaugurada a primeira tipografia de Iguatu, com o nome de “Tipografia Crisálida”, de Mário Bezerra.

1925 – É inaugurado O Cine Teatro de Iguatu, de propriedade dos Srs. Alfredo Barreto de Carvalho e Teófilo Handam. Contava o cinema com 400 cadeiras, sala de espera, bar e um conjunto musical para animar os frequentadores.

1925 – 20 de junho – Fundação da Caixa Rural Desembargador Moreira da Rocha.

1925 – 30 de junho – Inaugura-se a primeira livraria de Iguatu, “ Livraria Moderna” pertencente ao Sr. Paulo Brasil.

1925 – 10 de julho – É instalado o primeiro Grupo Escolar de Iguatu.

1925 – 25 de outubro – Nasce o Sr. João Elmo Moreno Cavalcante.

MAIS Notícias
Prefeitura decide enfrentar a reorganização urbana
Prefeitura decide enfrentar a reorganização urbana

Há tempos estamos destacando aqui na coluna a necessidade de reorganização das vias urbanas da nossa cidade, em especial àquelas localizadas no centro comercial. A situação atual é de feira nas praças, bloqueio de calçadas, entre outras que fogem ao bom senso de...

Quando o Ceará Virou Música
Quando o Ceará Virou Música

  Há geografias que moldam mais que paisagens — moldam vozes. O chamado Pessoal do Ceará não foi um movimento organizado com manifesto, estatuto ou sede. Foi, antes, um encontro de sensibilidades. Um sopro coletivo que atravessou o Brasil nos anos 1970 e levou...

0 comentários

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *