A Câmara Municipal de Iguatu aprovou, durante a sessão ordinária da terça-feira, 22, dois projetos que estiveram entre os principais temas da pauta. Um deles foi uma matéria de ordem indicativa, de autoria do vereador Pablo Neves (PSD), sugerindo a criação do programa Remédio em Casa, destinado à entrega domiciliar gratuita de medicamentos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no município.
Também foi aprovado, em duas votações realizadas com a convocação de uma sessão ordinária adicional, um projeto de lei encaminhado pelo Poder Executivo que altera dispositivos de duas legislações municipais relacionadas a condomínios e loteamentos. A principal mudança reduz de 300 metros quadrados para 180 metros quadrados a dimensão mínima dos lotes.
Durante a discussão da matéria, dois vereadores da bancada de oposição se abstiveram da votação, alegando que a proposta atenderia a interesses políticos. Mesmo com as críticas, o projeto foi aprovado por ampla maioria.
Os parlamentares também debateram temas ligados à saúde pública, incluindo a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal, que ganhou força após discussões envolvendo o cenário político local em período eleitoral. Outro assunto abordado foi o aumento do número de contratados junto à Fundação de Saúde Pública de Iguatu (FUSP) e questões relacionadas ao programa de jovens bolsistas.
Na tribuna, vereadores ainda apresentaram solicitações para melhoria da iluminação pública em ruas do bairro João Paulo II e defenderam a reabertura do ponto de apoio de saúde da comunidade de Canafístula.



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