Para começar, amigo leitor, intento não colocar dados e informações matemáticas em demasia; apenas o básico, para, assim, não tornar esta crônica enfadonha. Serei o mais direto e objetivo possível. Vamos lá! Primeiramente, preclaro leitor, ante o resultado desse espetacular pleito, constatamos que a direita, mesmo perseguida, conseguiu se reerguer e dar a volta por cima. E o estado de coisas em que a esquerda deixou o país, com a inflação galopante proporcionou essa guinada nas urnas. E dívidas contraídas por essa péssima gestão, é o que não falta. Isso sem mencionar nos escândalos de corrupção, como o ‘‘Aposentão’’, que já é uma marca registrada do PT e do seu líder-mor.
A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), que alcançou 82,9% do Produto Interno Bruto (PIB), o que equivale a aproximadamente R$ 11,1 trilhões, a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) chegou a 69,3% do PIB, totalizando cerca de R$ 9,2 trilhões, e a Dívida Pública Federal (DPF): Registrada pelo Tesouro Nacional em R$ 9,29 trilhões (agosto de 2026), dividida entre a Dívida Mobiliária Federal interna (R$ 8,944 trilhões) e a Dívida Federal externa (R$ 348,26 bilhões ou US$ 67,21 bilhões), sem contar no poder de compra do brasileiro, que decai a cada dia que passa… Tudo isso, sem falar no aumento da violência e da criminalidade, que fez o povo acordar e querer a necessária mudança, que felizmente veio!
Enfim, vamos aos resultados disso tudo. Comecemos pelos velhos conhecidos da esquerda que quebraram a cara. O que demonstra que o povo cansou das falácias batidas dos ‘‘canhotinhas’’. Vamos a alguns desses desiludidos envergonhados pelo poder do voto do acordado e lúcido eleitor brasileiro: Benedita da Silva (PT-RJ), Rui Falcão (PT-SP), Paulo Teixeira (PT-SP), José Dirceu (PT-SP), Marina Silva (Rede-SP), Chico Alencar (PSOL-RJ), Erika Kokay (DF), Gleisi Hoffmann (PR), Paulo Pimenta (RS), Randolfe Rodrigues (AP), Heloísa Helena (Rede-RJ), Delúbio Soares (PT-SP) dentre muitos outros.
Todos esses esquerdistas (e, repito, muitos outros mais) perderam o pleito para o Senado, Governo Estadual ou para o Congresso Estadual ou Nacional. A esquerda, subestimando a direita, vinha numa onda de ‘‘Já ganhou’’, e agora está desesperada e já antevendo a iminente derrota do seu líder, o patético senhor Luiz Inácio, que deve estar há dias sem dormir.
Já para a direita – que vai muito bem, obrigado -, as vitórias foram brutalmente expressivas, com candidatos com recordes de votação, como foi o caso dos jovens Lucas Pavanato, Nikolas Ferreira e da Eduarda Campopiano, Dado isso, podemos constatar que o cenário ficou excelente e favorável para liberais e conservadores! A composição no Congresso Nacional (Poder Legislativo) abocanhou: 51,7% (265 cadeiras).
Já no comando dos Governos Estaduais (Poder Executivo), o bloco da Direita ficou com expressivos 55,5% dos estados (15 estados), com destaque para vitórias e reeleições da direita em grandes praças (SP, MG, RS, SC, PR). No Senado Federal o caso é ainda melhor: 60,5% (49 cadeiras)!
E o que dizer sobre Flávio Bolsonaro, hein?! Enquanto as pesquisam davam um acirramento, mas com Lula à frente em todas elas, o a maioria da população brasileira foi lá, caldinha, como quem não quer nada, e disse, por meio das urnas, que a era PT ‘‘deu pt’’. Que já é o fim do lulismo, da esquerda no poder! É só questão de tempo. No segundo turno, creio que a diferença de votos será consideravelmente maior!
Cauby Fernandes é contista, cronista, desenhista e acadêmico de História

0 comentários