Perimetral é o encontro do ‘Pastel da Rural’ com o ‘Caldo-de-cana de Tatá’

02/08/2025

 Se fosse um poema para rimar ‘al’ com ‘al’ em ‘Rural’ e ‘Perimetral’, talvez não houvesse tanta evidência como nessas combinações. Quem circula pela Perimetral, nas imediações do futuro Centro de Convenções, pode visualizar o encontro do caldo-de-cana com o ‘Pastel da Rural’. Combinação perfeita em sabor e paladar de duas iguarias da nossa culinária regional.

O caldo-de-cana é extraído pelas moendas do engenho velho do senhor Givaldo Gregório, 70, ‘Tatá do caldo-de-cana’, preparado na hora servido com gelo e limão. Ao lado dele, a outra parte da mistura para todas as horas, o ‘Pastel da Rural’, da empreendedora Michele Anapoliana, 40, neta de Raimundo Nonato de Araújo, 90, ‘Parente’ e Maria Brígida Ferreira, 90. Ela representa a 3ª geração de um pequeno negócio iniciado há quase cinquenta anos na Av. Agenor Araújo, em frente ao Mercado Público. Atualmente são três os pontos de venda do ‘Pastel da Rural’. Na Perimetral, com Michele, na Rua José de Alencar, com a tia dela Josuene, e no estacionamento do Mercado Público com a mãe Gracivânia Ferreira.

Nos três pontos de venda o pastel mantém o mesmo padrão em tamanho, textura e sabor, seguindo a receita original do senhor Parente criada há quase cinco décadas. Mas curioso é perceber que o segredo do negócio não está na receita da comida, mas no tipo de veículo onde o produto é vendido a Rural. O carro é o próprio marketing do empreendimento. Como bem afirmou Michele Anapoliana: “Quem vê a rural, vê o pastel”.

Lado a lado

Michele é mais do que a multiprofissional. Ela acorda cedo para preparar a massa, deixar descansar, fazer suas tarefas de casa e no período da tarde dirigir a lendária rural até o ponto de venda na Perimetral, exercício que ele faz de segunda a sexta.

Tatá do caldo-de-cana também comparece ao local de segunda a sexta. Os dois empreendedores ficam lado a lado, separados por uma distância de 7 metros, unificados pelos sabores diferentes, ao mesmo tempo, complementares, quando um completa o outro, pastel com caldo-de-cana, receita que está na preferência do povo.

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